A dois,  Crônicas

Bodas de madeira {Nú e Dani}

Ontem enquanto tocava Pearl Jam no carro, nos olhamos, sorrimos e você pegou na minha mão.
Eu poderia congelar aquele momento se não fosse a voz delícia de Eddie Vedder dando continuidade à música e aos meus pensamentos…
Aquele mesmo menino por quem me apaixonei perdidamente tá aqui do meu lado!
Quem diria que você se tornaria o melhor companheiro de viagem off surf?! Quem diria que eu curtiria tanto uma play list rock’n roll?
Tantas inversões que se atraem na nossa conchinha.
Pensamentos tão bonitos e Pearl Jam cantarolado no meu inglês treva…
A play list em conjunto deixou escapar Céu Negro, Chico Cesar. Lembrança boa de nós dois, boteco do Pará, cachacinha Busca Vida, Caraíva. Suspiros, muitos suspiros.
Na segunda estrofe chegamos ao nosso destino. E enquanto eu ainda estava perdida entre suspiros, Caraíva e tanto amor, você obviamente estava se perguntando se a gente passaria muito tempo dentro daquele castelo…
Não se conteve em apertar com urgência o botão de off do rádio do carro: “Porra! Ainda bem que chegou! Não ia aguentar mais tempo ouvindo essa música chata!”
Sorri. Afinal de contas são as nossas diferenças que nos completam.
Ainda bem que você é prático, inteligente, 8 ou 80, pé no chão, meu avesso. Ainda bem que você é presença, família, cuidado.
Eu, sozinha, viveria de amor, poesia, sonhos, batuque, cerveja e desapego.
E mesmo Dia Branco e Geraldo Azevedo não tendo nada em comum com Born To Be Wild e Steppenwolf, naquele 02 de Junho de 2012 fez todo sentido.
Quero seguir aqui, mozão! Acompanhando cada fio branco que surge nessa sua barba.
Te amo! (E vou continuar te expondo!)

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