Bahia,  Crônicas,  Por aí

Desacelerar.

Nove da manhã. Alongamento, espreguiçadeira, um mergulho, água quente, vento no rosto, praia deserta, só nós dois. Sorte. Agradecimento. Pensamento voa longe, sem fim… tão infinito quanto o horizonte desse mar. É preciso pouco. Desacelerar. Cinco cervejas pra mim. Água de coco pra ele.
Ceviche pra dois. Eu e ele. Ele, entediado, precisando de mais movimento. Eu, borboleta, voando longe sem precisar sair do lugar. Podia ficar ali na mesma posição mais vinte e quatro horas. A conta. Uma chuveirada. Rock e amor. Casinha, chocolate e minha companhia oposta preferida: Ele. Só ele.  — em Rio Da Barra – Trancoso/Ba.

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